Quando a gente acha que sabe demais, erra demais.
Eu achei que sabia tudo, que tinha me decidido sobre tudo que eu queria e, principalmente, que eu não queria pra mim. Me enchi de razão, tive coragem e orgulho pra ir lá e me desfazer de uma das coisas que mais me fazia bem, ainda que eu não soubesse disso.
Tentei me livrar de uma coisa que, na minha cabeça, era um peso e me senti bem por um mês depois disso. Foi quando eu percebi que a saudade começou a se acomodar perto de mim durante esses trinta dias. Pensei em voltar atrás mas não podia me dar o direito. Aprendi com outros erros que as pessoas nem sempre estão a minha disposição, que nem tudo é como eu quero e que se eu disse que "não" um vez, não posso querer mudar esse "não" e esperar que todos os envolvidos entendam e concordem.
Eu estava assistindo de longe uma tentativa de recomeço por um fim que eu tinha determinado... Como eu podia interromper isso? Ou até mesmo querer mudar isso, exigir qualquer tipo de explicação ou justificativa. Aprendi que esse tipo de coisa não existe, mesmo que quase sempre seja a maneira mais fácil de se voltar atrás.
Suportei. Chorei, mas chorei quieta. Quis morrer e matar um, mas aguentei. Quis sair correndo pra ter o que era MEU de volta, mas me tranquei em casa e desliguei o telefone para que eu não fizesse isso.
Passou outro mês e esse foi bem mais difícil que o primeiro mas mesmo assim eu aguentei. Tudo que eu consegui pensar foi em como eu já tinha feito mal pra pessoa que mais me fez bem durante um ano inteiro.
Começou tudo de novo. Rotina, convivência e todo o resto que eu, sinceramente, não achei que fosse ser tão complicado. Eu não aguento e o pior de tudo é que eu não quero aguentar. Eu teria que me contentar com a palavra "amiguinhos" mas e se eu não quiser me contentar com isso? Também, né, quem mandou estragar tudo?
Eu posso, com muita força de vontade, me controlar na frente dos outros, não fazer ceninha de ciúmes na frente do pessoal e essas coisas todas. Mas por dentro eu sinto vontade de berrar com alguém, de gritar, de explodir, de sair voando atrás de um abraço.
Eu errei uma vez e já fiz mal demais pra pessoa que menos merecia mal no mundo inteiro, agora chega. Se o melhor que eu posso fazer por ele agora é ser amiga... Vamos lá.
One day we'll be together (we'll never be apart)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
!
Você Vai Perder Aquela Garota (The Beatles)
Você Vai Perder Aquela Garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Se você não leva-la para sair esta noite
Ela irá mudar de idéia
E eu a levarei para sair esta noite
E a tratarei bem
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Se você não trata-la direito, meu amigo
Você a encontrará partindo
Porque eu vou trata-la direito
E você ficará sozinho
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder...
Eu farei um ponto
E tirarei ela de você
Olhe o que você faz
Yeah
Do jeito que você a trata
O que mais eu posso fazer?
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Vou fazer um ponto ao tira-la
De você.
Veja que você faz
Sim
A forma que você a trata
O que mais posso faz?
Se você não a leva para sair a noite
Ela iria trocar sua opinião
E eu a levarei para sair a noite
E eu a tratarei gentilmente
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você Vai Perder Aquela Garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Se você não leva-la para sair esta noite
Ela irá mudar de idéia
E eu a levarei para sair esta noite
E a tratarei bem
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Se você não trata-la direito, meu amigo
Você a encontrará partindo
Porque eu vou trata-la direito
E você ficará sozinho
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder...
Eu farei um ponto
E tirarei ela de você
Olhe o que você faz
Yeah
Do jeito que você a trata
O que mais eu posso fazer?
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Vou fazer um ponto ao tira-la
De você.
Veja que você faz
Sim
A forma que você a trata
O que mais posso faz?
Se você não a leva para sair a noite
Ela iria trocar sua opinião
E eu a levarei para sair a noite
E eu a tratarei gentilmente
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
Você vai perder aquela garota
domingo, 30 de janeiro de 2011
Once Upon A Time...
"Era uma vez uma princesa muito linda que vivia em um castelo em seu reino encantado. (...) Achou seu príncipe encantado e foram felizes para sempre".
Por mais que esse assunto possa ser considerado clichê, eu realmente não entendo porque todas nós, eu falo pelas mulheres, somos ensinadas que coisas lindas e maravilhosas vão nos acontecer, se nem sempre isso é verdade.
Passamos boa parte, se não toda, a infância esperando o encontro com o nosso príncipe encantado, idealizando um casamento lindo que vai terminar em um felizes para sempre. Em alguns casos, raras exceções, encontram um homem bonito, cheiroso, carinhoso, romântico, inteligente, sincero e completamente apaixonada, que, como num conto de fadas, parecia estar esperando a vida inteira para conhecer a sortuda. Talvez isso seja uma história em um milhão, se não mais.
Se as histórias infantis fossem de acordo com a realidade seriam mais ou menos assim:
"Era uma vez um menina que não nasceu em um reino encantado e não viveu a vida presa em um castelo. Ela frequentou a escola, fez amigos, desfez-se de alguns e cresceu saudável. Encontrou vários homens errados pelo caminho... Foi ingênua, demorou para amadurecer, decepcionou-se mas aprendeu. Aprendeu que as únicas pessoas que merecem suas lágrimas são aquelas que não vão faze-la chorar. Aprendeu que temos que errar muito antes de acertar definitivamente. Aprendeu que as pessoas nem sempre são o que parecem e que a vida não é como nos contos de fadas. Aprendeu, errou, cresceu, viveu e, ao que parece, achou um homem que a merecesse. Ele gosta dela, não é o mais lindo da cidade mas ela não o acha feio. É sincero na maioria das vezes, as vezes a supreende com um ataque de romantismo trazendo flores no meio da semana, sabe cozinhar, gosta de crianças e não se importa de passear pelo shopping. Dentro do possível, seu príncipe encantado. E eles viveram felizes por muitos e muitos anos. Fim".
Claro que esse conto de fadas não tem nada de fadas madrinhas, encatos, feitiços, rainhas malvadas e reis burros. Talvez as crianças não se encantassem tanto, não imaginassem tanto que o mundo é lindo... Talvez tivesse uma infância menos colorida. Por outro lado, essas mesmas crianças, quando grandes, não se decpcionariam tanto, não se sentiriam tão fora da realidade e não criaram tantas expectativas frutadas em cima de um príncipe que só existe em histórias mentirosas.
Acredito que existam alguns príncipes por aí... Homens de respeito, que respeitam, maravilhosos por dentro. Sinceros, honestos, fiéis, maduros, românticos, carinhosos, determinados, corajosos e dispostos a tudo pelas suas princesas. O problema é que esses homens estão muito bem escondidos. Presos em um casamento perfeito, dentro de casa zelados pela mãe ou felizes com outro príncipe. Algumas sortudas acham os seus por aí... Talvez em um café, em uma livraria... Sim, porque príncipes encantados não andam em boates badaladas e muito menos em noitadas sem hora para acabar. Eles são príncipes, certo?
O tipo mais comum de homem que podemos encontrar no mercado são quase-príncipes. Podem não ser perfeitos. Podem ser carecas e baixinhos. Altos mas com alguns quilos a mais. Não importa, são tão lindos por dentro que se enquadrariam como príncipes no meu dicionário... É uma pena que diante do meio em que vivemos eles não sejam encantados. Porque não? Porque apredemos o que é o PRÍNCIPE ENCANTADO por meio de livrinhos infantis de histórias mentirosas.
Quer ver? Branca de neve... Príncipe lindo que a salva num cavalo branco.
Bela adormecida... Salva com um beijo de amor verdadeiro de um príncipe lindo que anda de cavalo cantando pela floresta.
Cinderela... Príncipe que não se interessa por nenhum menina do reino, exceto por ela e que é capaz de guardar um sapatinho, que -ficção à parte - poderia servir em qualquer uma, para achar a amada.
Segundo o dicionário - 1. Filho ou membro de família reinante.
2. Chefe de principado. (...)
Rico.
Pois eu vou dizer o que é príncipe encantado. É aquele que trabalhou o dia inteiro para pagar as contas no fim do mês e consegue chegar em casa com ânimo suficiente para dizer "oi, amor, como foi teu dia?" e dar um beijo na amada que trabalhou tanto quanto ele só para não ser sustentada, por orgulho.
Príncipe é quem enfrenta horas e horas de trânsito para chegar mais cedo em casa e preparar um surpresinha pra mulher que viajou.
Príncipe é quem acorda de madrugada paara ver porque o filho está chorando.
Príncipe é quem diz "deixa que eu vou" quando a amada reclama que está cansada demais para ir ao super.
Príncipe é quem tem coragem para enfrentar os dias de TPM com um sorriso no rosto.
Príncipe é quem é capaz de perdoar as bobagens que as mulheres fazem e que é capaz também de pedir desculpa quando necessário.
Príncipe é quem, mesmo nos dias de hoje, ama sua mulher com todo o coração.
Eu achei um príncipe, achei mesmo, mas mandei ele embora. E agora, se arrependimento matasse...
Por mais que esse assunto possa ser considerado clichê, eu realmente não entendo porque todas nós, eu falo pelas mulheres, somos ensinadas que coisas lindas e maravilhosas vão nos acontecer, se nem sempre isso é verdade.
Passamos boa parte, se não toda, a infância esperando o encontro com o nosso príncipe encantado, idealizando um casamento lindo que vai terminar em um felizes para sempre. Em alguns casos, raras exceções, encontram um homem bonito, cheiroso, carinhoso, romântico, inteligente, sincero e completamente apaixonada, que, como num conto de fadas, parecia estar esperando a vida inteira para conhecer a sortuda. Talvez isso seja uma história em um milhão, se não mais.
Se as histórias infantis fossem de acordo com a realidade seriam mais ou menos assim:
"Era uma vez um menina que não nasceu em um reino encantado e não viveu a vida presa em um castelo. Ela frequentou a escola, fez amigos, desfez-se de alguns e cresceu saudável. Encontrou vários homens errados pelo caminho... Foi ingênua, demorou para amadurecer, decepcionou-se mas aprendeu. Aprendeu que as únicas pessoas que merecem suas lágrimas são aquelas que não vão faze-la chorar. Aprendeu que temos que errar muito antes de acertar definitivamente. Aprendeu que as pessoas nem sempre são o que parecem e que a vida não é como nos contos de fadas. Aprendeu, errou, cresceu, viveu e, ao que parece, achou um homem que a merecesse. Ele gosta dela, não é o mais lindo da cidade mas ela não o acha feio. É sincero na maioria das vezes, as vezes a supreende com um ataque de romantismo trazendo flores no meio da semana, sabe cozinhar, gosta de crianças e não se importa de passear pelo shopping. Dentro do possível, seu príncipe encantado. E eles viveram felizes por muitos e muitos anos. Fim".
Claro que esse conto de fadas não tem nada de fadas madrinhas, encatos, feitiços, rainhas malvadas e reis burros. Talvez as crianças não se encantassem tanto, não imaginassem tanto que o mundo é lindo... Talvez tivesse uma infância menos colorida. Por outro lado, essas mesmas crianças, quando grandes, não se decpcionariam tanto, não se sentiriam tão fora da realidade e não criaram tantas expectativas frutadas em cima de um príncipe que só existe em histórias mentirosas.
Acredito que existam alguns príncipes por aí... Homens de respeito, que respeitam, maravilhosos por dentro. Sinceros, honestos, fiéis, maduros, românticos, carinhosos, determinados, corajosos e dispostos a tudo pelas suas princesas. O problema é que esses homens estão muito bem escondidos. Presos em um casamento perfeito, dentro de casa zelados pela mãe ou felizes com outro príncipe. Algumas sortudas acham os seus por aí... Talvez em um café, em uma livraria... Sim, porque príncipes encantados não andam em boates badaladas e muito menos em noitadas sem hora para acabar. Eles são príncipes, certo?
O tipo mais comum de homem que podemos encontrar no mercado são quase-príncipes. Podem não ser perfeitos. Podem ser carecas e baixinhos. Altos mas com alguns quilos a mais. Não importa, são tão lindos por dentro que se enquadrariam como príncipes no meu dicionário... É uma pena que diante do meio em que vivemos eles não sejam encantados. Porque não? Porque apredemos o que é o PRÍNCIPE ENCANTADO por meio de livrinhos infantis de histórias mentirosas.
Quer ver? Branca de neve... Príncipe lindo que a salva num cavalo branco.
Bela adormecida... Salva com um beijo de amor verdadeiro de um príncipe lindo que anda de cavalo cantando pela floresta.
Cinderela... Príncipe que não se interessa por nenhum menina do reino, exceto por ela e que é capaz de guardar um sapatinho, que -ficção à parte - poderia servir em qualquer uma, para achar a amada.
Segundo o dicionário - 1. Filho ou membro de família reinante.
2. Chefe de principado. (...)
Rico.
Pois eu vou dizer o que é príncipe encantado. É aquele que trabalhou o dia inteiro para pagar as contas no fim do mês e consegue chegar em casa com ânimo suficiente para dizer "oi, amor, como foi teu dia?" e dar um beijo na amada que trabalhou tanto quanto ele só para não ser sustentada, por orgulho.
Príncipe é quem enfrenta horas e horas de trânsito para chegar mais cedo em casa e preparar um surpresinha pra mulher que viajou.
Príncipe é quem acorda de madrugada paara ver porque o filho está chorando.
Príncipe é quem diz "deixa que eu vou" quando a amada reclama que está cansada demais para ir ao super.
Príncipe é quem tem coragem para enfrentar os dias de TPM com um sorriso no rosto.
Príncipe é quem é capaz de perdoar as bobagens que as mulheres fazem e que é capaz também de pedir desculpa quando necessário.
Príncipe é quem, mesmo nos dias de hoje, ama sua mulher com todo o coração.
Eu achei um príncipe, achei mesmo, mas mandei ele embora. E agora, se arrependimento matasse...
sábado, 29 de janeiro de 2011
Muito querido, muito bonito, muito inteligente, muito legal, muito família, muito engraçado, muito perfeito, muito tudo.
Porque não muito meu?
Se eu disser que mostra algum tipo de interesse, vou estar mentindo. Se eu disser que não mostra nenhum interesse, tão mentira quanto antes.
Sempre querido, sempre fofo, sempre ele. Mas e aí? É só comigo? Ele é naturalmente assim? Com todo mundo? Eu não sei e isso está me enlouquecendo.
Às vezes me parece, talvez seja só coisa da minha cabeça, que é especial quando é comigo. Que fica mais querido, mais amorzinho, mais legal, mais mais. Às vezes parece que gosta de falar comigo, que fica animado quando digo "oi!!". Às vezes não.
Como vou saber? Mandar alguém se aproximar e ver a reação não é uma coisa que eu cogite, afinal, quem nessa vida quer ganhar concorrentes? Pode ser egoísmo, ciúmes, mas de qualquer jeito vai me incomodar, então melhor não.
Já foi aprovado pela mãe, pelo pai, pelas avós, madrasta e padrasto. Já foi aprovado por mim. Mas e aí? Será que eu fui/sou/vou ser aprovada?
A falta do saber me angustia. Me enlouquece. Me faz sentir mal. Me deixa perdida e saudosa.
Já fomos mais próximos, confesso. Já nos falamos mais, sim. Já tive oportunidade, sim. Joguei fora? Não me arrependo. Eu era muito nova, podia ter estragado tudo. Por que eu não posso ter essa mesma oportunidade de novo? Eu faria tudo certo, eu planejo isso todos os dias, eu sofro com essa esperança todos-os-dias. É enlouquecedor de verdade.
Voltando as possibilidades... Mandar alguém testar? Não. Perguntar para alguém? Menos ainda.
Já pensou? "Oi! Gostaria de saber se tu também já notou algum tipo de interesse dele por ti." Ou "tu também acha tudo perfeito demais as vezes? Quero dizer, muito querido, muito simpático, sempre?". Nããão. Definitavemente, não. Além de constrangedor é infantil de-mais.
Testar, não. Perguntar, não. Desistir? Sinceramente, não é comigo. Marcar um encontro? Tipo, sou o homem da relação? Não mesmo.
Hipóteses frustadas: testar, perguntar e marcar.
Sempre tive tão boas ideias para resolver os problemas de outras pessoas... Por que com os meus eu tenho que ter tanta dificuldade? Não me vem nada na cabeça. Nada realmente praticável. Louca. Estou louca.
Se existisse alguma possibilidade de uma pessoa de fora do meu ciclo de uma amiga ler isso, ela se perguntaria, então, porque eu não vou atrás, porque eu não me aproximo, jogo verde ou qualquer coisa desse tipo. Para qualquer suposto pensamento, a resposta: ele é mais maduro, mais velho, mais homem do que eu sou mulher, entende? É quase impossível jogar mais verde do que eu jogo sem parecer uma gurizinha apaixonada ou pior... Uma adolescente sem respeito por si mesma. Tá certo que quando eu estou sozinha em casa eu deixo o amor próprio de lado e tenho vontade de sair correndo atrás e falar "ei, te amo, não percebeu?". Mas enfim, isso é entre quatro paredes quase à prova de som.
Ele vive no mundo A e eu no mundo AB. Entendem? Não são dois mundos completamente diferentes, afinal, algum interesse eu juro que já percebi. Mas também não são dois mundos iguais. O universo dele é bem maior, mais explorado, mas conhecido, mais realista. Enquanto o meu ainda tem partes idealizadas, desconhecidas e que me assustam de vez em quando. Acredito que ele, no universo dele, já conheça tudo... Isso explicaria a grande auto-confiança e segurança nas palavras dele.
Uma ou duas vezes eu disse a ele que ele é a pessoa mais "bem resolvida" que eu já conheci. Para minha surpresa, da primeira vez, ele soltou uma risada e disse "obrigado... Acho que é o melhor elogio que eu já recebi.". Vai me dizer que não parece cena de filme? Sim, e ele serviria bem para o papel de mocinho ou príncipe encantado. Direto pro Felizes Para Sempre.
Acho que esse elogio é exatamente o que eu penso dele. E aí vem uma curiosidade muito interessante, nunca menti pra ele. Nunca, eu juro.
Bom, continuando... Quando eu digo 'bem resolvido' quero dizer que é uma pessoa que me passa muita segurança, muita mesmo. Eu ficando imaginando se uma pessoa quando se relaciona com ele se sente completamente segura. Deve ser realmente muito bom. Ele me passa muita segurança, muita, muita auto-confiança, muito amor próprio mas não de um jeito egoísta, isso é o que mais me impressiona. Ele consegue ser completamente seguro de si mas muito, muito legal e nenhum pouquinho "bonzão". Conheço poucas pessoas assim, senão só uma.
Ele é demais. Simples e completamente demais.
Inteligente, bonito, querido, meigo, maduro, fofo, engraçado, seguro e muito amigo. Minha alma gêmea. Hehe, brincadeira. Mas de uma hora pra outra ele parece ser tudo que eu sempre quis e procurei. Tudo que eu quero e procuro e mais do que isso, tudo que eu preciso.
É, estamos muito longe e muito perto ao mesmo tempo. Quem sabe eu ainda volte aqui e conte como é bom te-lo por perto.
Aguardo ansiosamente.
O nome? Deixemos assim... Eu que sei.
Porque não muito meu?
Se eu disser que mostra algum tipo de interesse, vou estar mentindo. Se eu disser que não mostra nenhum interesse, tão mentira quanto antes.
Sempre querido, sempre fofo, sempre ele. Mas e aí? É só comigo? Ele é naturalmente assim? Com todo mundo? Eu não sei e isso está me enlouquecendo.
Às vezes me parece, talvez seja só coisa da minha cabeça, que é especial quando é comigo. Que fica mais querido, mais amorzinho, mais legal, mais mais. Às vezes parece que gosta de falar comigo, que fica animado quando digo "oi!!". Às vezes não.
Como vou saber? Mandar alguém se aproximar e ver a reação não é uma coisa que eu cogite, afinal, quem nessa vida quer ganhar concorrentes? Pode ser egoísmo, ciúmes, mas de qualquer jeito vai me incomodar, então melhor não.
Já foi aprovado pela mãe, pelo pai, pelas avós, madrasta e padrasto. Já foi aprovado por mim. Mas e aí? Será que eu fui/sou/vou ser aprovada?
A falta do saber me angustia. Me enlouquece. Me faz sentir mal. Me deixa perdida e saudosa.
Já fomos mais próximos, confesso. Já nos falamos mais, sim. Já tive oportunidade, sim. Joguei fora? Não me arrependo. Eu era muito nova, podia ter estragado tudo. Por que eu não posso ter essa mesma oportunidade de novo? Eu faria tudo certo, eu planejo isso todos os dias, eu sofro com essa esperança todos-os-dias. É enlouquecedor de verdade.
Voltando as possibilidades... Mandar alguém testar? Não. Perguntar para alguém? Menos ainda.
Já pensou? "Oi! Gostaria de saber se tu também já notou algum tipo de interesse dele por ti." Ou "tu também acha tudo perfeito demais as vezes? Quero dizer, muito querido, muito simpático, sempre?". Nããão. Definitavemente, não. Além de constrangedor é infantil de-mais.
Testar, não. Perguntar, não. Desistir? Sinceramente, não é comigo. Marcar um encontro? Tipo, sou o homem da relação? Não mesmo.
Hipóteses frustadas: testar, perguntar e marcar.
Sempre tive tão boas ideias para resolver os problemas de outras pessoas... Por que com os meus eu tenho que ter tanta dificuldade? Não me vem nada na cabeça. Nada realmente praticável. Louca. Estou louca.
Se existisse alguma possibilidade de uma pessoa de fora do meu ciclo de uma amiga ler isso, ela se perguntaria, então, porque eu não vou atrás, porque eu não me aproximo, jogo verde ou qualquer coisa desse tipo. Para qualquer suposto pensamento, a resposta: ele é mais maduro, mais velho, mais homem do que eu sou mulher, entende? É quase impossível jogar mais verde do que eu jogo sem parecer uma gurizinha apaixonada ou pior... Uma adolescente sem respeito por si mesma. Tá certo que quando eu estou sozinha em casa eu deixo o amor próprio de lado e tenho vontade de sair correndo atrás e falar "ei, te amo, não percebeu?". Mas enfim, isso é entre quatro paredes quase à prova de som.
Ele vive no mundo A e eu no mundo AB. Entendem? Não são dois mundos completamente diferentes, afinal, algum interesse eu juro que já percebi. Mas também não são dois mundos iguais. O universo dele é bem maior, mais explorado, mas conhecido, mais realista. Enquanto o meu ainda tem partes idealizadas, desconhecidas e que me assustam de vez em quando. Acredito que ele, no universo dele, já conheça tudo... Isso explicaria a grande auto-confiança e segurança nas palavras dele.
Uma ou duas vezes eu disse a ele que ele é a pessoa mais "bem resolvida" que eu já conheci. Para minha surpresa, da primeira vez, ele soltou uma risada e disse "obrigado... Acho que é o melhor elogio que eu já recebi.". Vai me dizer que não parece cena de filme? Sim, e ele serviria bem para o papel de mocinho ou príncipe encantado. Direto pro Felizes Para Sempre.
Acho que esse elogio é exatamente o que eu penso dele. E aí vem uma curiosidade muito interessante, nunca menti pra ele. Nunca, eu juro.
Bom, continuando... Quando eu digo 'bem resolvido' quero dizer que é uma pessoa que me passa muita segurança, muita mesmo. Eu ficando imaginando se uma pessoa quando se relaciona com ele se sente completamente segura. Deve ser realmente muito bom. Ele me passa muita segurança, muita, muita auto-confiança, muito amor próprio mas não de um jeito egoísta, isso é o que mais me impressiona. Ele consegue ser completamente seguro de si mas muito, muito legal e nenhum pouquinho "bonzão". Conheço poucas pessoas assim, senão só uma.
Ele é demais. Simples e completamente demais.
Inteligente, bonito, querido, meigo, maduro, fofo, engraçado, seguro e muito amigo. Minha alma gêmea. Hehe, brincadeira. Mas de uma hora pra outra ele parece ser tudo que eu sempre quis e procurei. Tudo que eu quero e procuro e mais do que isso, tudo que eu preciso.
É, estamos muito longe e muito perto ao mesmo tempo. Quem sabe eu ainda volte aqui e conte como é bom te-lo por perto.
Aguardo ansiosamente.
O nome? Deixemos assim... Eu que sei.
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